Ventoux les Terrasse de Pesquié 2013
Ventoux, França
Ventoux les Terrasse de Pesquié 2013
“Adoro o custo-benefício deste vinho. Nem acreditei, achei que custaria muito mais de R$ 80!”
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91

rp

Produto indisponível
Sobre o produto
Teor
alcoólico
14,0%
Descanso
30 min.
Temperatura
17°
Uva/Corte
Syrah

Ventoux é uma das regiões mais antigas do Rhône, e talvez por isso seja tão difícil encontrar os bons vinhos que por lá nascem, principalmente no Brasil. Quando pinta um por aqui os preços vão lá para cima. Mas não o Pesquié...

"Ridiculamente rico para um vinho nesta faixa de preço," disso o crítico Robert Parker ao dar 91 Pontos. A fama recente e o excelente preço nos atraiu, mas não parou por aí... Ao degustá-lo, notamos o por quê de tanta notoriedade.

Grenache e Syrah combinam-se em delicados morangos e cerejas frescos. Não bastasse o frescor da fruta, este se junta ao do mentolado no nariz. São notas que parecem brincar com a gente...

Em boca, não traz aquela explosão de frutas que estávamos esperando. Elas aparecem sutilmente, e vêm acompanhadas de um toque de doçura, como de um licor, e de acidez impecável. Tudo vem perfeitamente integrado. Elegante é a palavra!

Vai provar um dos vinhos mais badalados do momento? Só não se esqueça de acompanhá-lo de pratos igualmente sofisticados. Nossa sugestão? Cordeiro com geleia de alecrim.

História

Diz-se de Ventoux que é uma das regiões vinícolas mais antigas da França. Apesar de ter sido oficialmente reconhecida como uma apelação francesa em 1973, descobertas arqueológicas encontraram artefatos de vinificação que antecedem o ano 30 antes de Cristo.

Bem aos pés da montanha que dá nome à região, o Château Pesquié está aos cuidados dos irmãos Alexandre e Frederic Chaudière e do primo deles, Renaud, terceira geração da família a assumir a vinícola. Os três jovens dão continuidade ao trabalho da família, que começou nos anos 1970 (antes mesmo de a denominação ser oficialmente criada).

Foi à época que Odette e René Bastide compraram a propriedade e deram início ao trabalho de reestruturação dos vinhedos. Aos poucos, o projeto começou a despertar interesse de Edith, filha do casal, e de Paul Chaudière, seu marido, que depois viriam a se juntar a eles.

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