Château Brane-Cantenac Grand Cru Classé Margaux 2014
Margaux , França

De: R$1,250,00
Por: R$595,00

Produto indisponível

Um belíssimo Margaux para colecionadores de grandes jóias
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Descrição

A recém-nascida safra de 2014 ainda mostra toda a potência e intensidade que se pode esperar de um grande tinto de Margaux, o que se nota logo pela cor púrpura escuro que repousa à taça.

A sub-região bordalesa é conhecida pelos rótulos mais elegantes de toda Bordeaux. Este, produzido por um dos châteaux mais tradicionais, considerado Deuxième Cru pela classificação de 1855, faz jus à fama de seus vinhos.

Aromas de café, cacau e caramelo conduzem o nariz, que começa a ganhar toques de couro e de cereja madura (não é a fruta que domina aqui, mas ela vem para equilibrar e trazer frescor). Com o passar do tempo, exibe também tabaco, canela e cravo-da-índia, que compõem a rica fragrância.

Ficamos imaginando como vai estar este Margaux daqui a 10 anos, depois de uma boa guarda…

No paladar, é mais leve do que imaginamos para o corte de Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon e Merlot. E se já mostrou certa evolução e desenvoltura no nariz, aqui ainda está um pouco fechado.

Por enquanto, é a Merlot que brilha na boca: depois do ataque frutado, deixa notas de chocolate quente derretendo na língua - tudo isso a maciez e com os taninos aveludados típicos da casta.

Este lindo Bordeaux da safra 2014 vai envelhecer bem pelos próximos 15 anos em sua adega, mas se preferir abri-lo agora, não se esqueça de harmonizar com arroz de pato (o prato tem estrutura, força e um toque rústico para acompanhar perfeitamente bem o vinho).

História

No século 18, no coração de Margaux, à margem esquerda de Bordeaux, foi fundado o Château Brane-Cantenac pela família Gorce. Conhecidos pela elegância e finesse marcantes, seus vinhos são originados nos 75 hectares de cercam a propriedade, referência de qualidade e excelência em todo o mundo. Além de ser classificado como Deuxième Cru de acordo com a Classificação de 1855, se integrou à Sociedade de Grands Crus da França em 1920. Desde 1866, a vinícola foi vendida à família Roy, também proprietária do Château d’Issan. Lucien Lurton, que herdou o Château em 1956, foi o responsável pela boa reputação da vinícola ao redor do mundo nas últimas décadas - à época, se dividia entre a produção do Château Margaux e a do Brane-Cantenac -, legado que deixou para o seu filho Henri Lurton.