Paul Nicolle Chablis Vielles Vignes 2014 (Orgânico)
Chablis , França

De: R$245,00
Por: R$195,00
Quanta elegância pode caber em uma garrafa… É floral, delicado, sutil, cheio de limão siciliano e pedra quebrada. Lindo, lindo.

Descrição

Chablis é um dos estilos mais interessantes da França e um dos melhores brancos que os franceses produzem.

No úmido e frio da região, extremo norte da Borgonha, a untuosa e frutada Chardonnay ganha a leveza de flores, acidez fresca, mineralidade e notas cítricas.

Este chegou nos encantando logo nos aromas que em muito lembra Riesling pela presença de borracha queimada e flores brancas. Em boca, um banho de frutas cítricas, especialmente toranjas. Limão siciliano, limas e tucumãs que dão um frescor atípico (e delicioso) a este Chablis. A acidez está maravilhosa e notamos também toques de pedra quebrada, o calcário Kimmeridgiano famoso da região. A untuosidade comum da uva quase nem aparece; no lugar, a complexidade dos outros sabores - parmesão, fermento e uma brisa de praia. Vindo de vinhas velhas (em média, 60 anos), feito de produção 100% orgânico, é um vinho delicado, mas ainda com sabores marcantes, cheio de personalidade.

A safra 2014 foi "maravilhosa", declarou a Jancis Robinson. Esta obra está entrando na ápice agora mas aguentará pelo menos 5 anos de guarda. Um grande exemplo da qualidade que a Chardonnay atinge na Borgonha.

História

A denominação de Chablis concentra várias pequenas comunas, onde de fatos estão plantadas as vinhas. Isso porque se trata de uma cidade muito pequena. Imagine, então, essas comunas... Minúsculas!

O casal Robert Nicolle Josette Laroche teve que negociar (e lutar) muito para conseguir dar início a sua plantação em Fleys. Eles tinham apenas um hectare... Isso mesmo: um! Mas bastaram alguns anos para mostrarem seu dom para o cultivo de Chardonnays – de 1979 a 1999, já tinham aumentando seu pedacinho de terra para 20 hectares! E aí, ninguém mais os segurou.

Hoje, seu filho Charly, que começou a participar da produção aos 20 anos de idade, é quem comanda todas as etapas. Foi ele quem mudou o nome da vinícola de Domaine de la Mandelière para Domaine Paul Nicolle em homenagem ao seu avô.