Trio Toro Salvaje
Cachapoal, Chile
Trio Toro Salvaje
Produto indisponível
Sobre o produto

Contém: 1x Toro Salvaje Pinot Noir, 1x Toro Salvaje Riesling, 1x Toro Salvaje Late Harvest

Um branco levinho e descontraído para a salada e o bate-papo com os amigos. Um tinto para a refeição e um colheita tardia para a sobremesa! Quer coisa melhor? Acompanhar uma tarde inteira com um trio que serve todos os momentos?

Rielsing:Está começando no mundo dos vinhos ou ainda não conhece a Riesling? Aromática, sensível, elegante… Este é um vinho cheio de flores brancas, como aqueles canteiros no quintal. Muitas orquídeas, copo de leite, aroma docinho, sutil, muito convidativo.

À boca, uma acidez pronunciada, que te faz salivar. Fresco, leve, simples, mas muito bem feito. As notas adocicadas se repetem, porém menos intensas.

Para um momento descontraído, sem compromisso. Se você ainda não conhece a Riesling, fica o convite.

Graduação alcoólica: 12,2%

Pinot Noir: Como um bom Pinot Noir, mostra que é mais claro e leve que a maioria dos tintos. Nem todos os chilenos são assim, tão típicos, mas este parece ter levado a sério e só trouxe notas frescas, do começo ao fim. A começar pelas hortelãs e alecrins, depois pelos morangos, que ainda estão “verde-branqueados”.

Em boca, entra com toda a sensualidade e delicadeza da casta. Não abandona o frescor do nariz, e deixa a sensação de estar com uma bala de menta no palato.

Graduação alcoólica: 13%

Late Harvest:Foi servir este vinho e sentir como se estivéssemos espremendo uma colmeia e sentindo o mel fresquinho escorrer dela. Puro favo de mel no nariz, própolis, quase uma caça às abelhas.

À boca as notas de mel se repetem, mas, ao contrários de alguns Late Harvests, não fica resquícios de amargor na boca. Seu retrogosto de tabaco, tâmaras secas e damascos quebram sutilmente seu dulçor para que ele não seja um vinho enjoativo.

Sutil, equilibrado e elegante.

Graduação alcoólica: 11,7%

História

Totalmente familiar, a Tuniche plantou suas primeiras vinhas em 1969 através das mãos do experiente dom Gerardo Butrón Gómez. Foi ele um dos primeiros a prestar atenção no Vale do Cachapoal em meio a tantos vales chilenos contornados pela cordilheira dos Andes.

 

A vinícola fica um pouco abaixo da capital Santiago. Quem já passou pela cidade sabe que tem um clima, digamos, “louco”. Em um momento está um “sol de rachar”, mas, de uma hora para outra, um vento frio aparece para tomar conta das extensas colinas e estradas de terra. Também conhecido como “Cuenca de Rancagua”, o Cachapoal leva o nome por se banhado de água (de um lago, na verdade, o Rapel).

 

Tudo isso – a variação climática, a presença de água abundante e controlada e o solo cascalhoso – é muito bom para a maturação das uvas, principalmente das cepas tintas.

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