Royal Tokaji Late Harvest 2013 (500mL)
Tokaj, Hungria
Royal Tokaji Late Harvest 2013 (500mL)
Produto indisponível
Sobre o produto
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12°

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Não sabemos se é pelo nome de respeito por trás deste vinho (o britânico Hugh Johnson, maior escritor de vinhos de todos os tempos) ou se é pelo exótico que é beber um colheita tardia de Tokaj, mas quando o trouxemos pela primeira vez, vendeu como água.

Não espere um Tokaji denso e licoroso, super doce, pois este não é um dos tradicionais botritizados (é de colheita tardia, mais leve e delicado, mas igualmente suculento). É doce, sim, mas tem boa acidez e é elegante, não enjoa - parece até um pouco a Riesling (não só pela cor brilhante, mas pela suavidade floral que muito lembra a alemã).

Os Membros do Sonoma fizeram o favor de acabar completamente com o estoque da safra 2011 no Brasil. Mas a boa notícia é que conseguimos 44 garrafas da recém-chegada produção de 2013.

A doçura, de mel, está mais jovem e floral desta vez – madressilvas, pétalas de laranjeiras e goiabeiras. Tudo numa delicadeza impressionante neste vinho. Nada enjoativo, nada doce demais, dá para beber este meio litro sozinho sem dificuldades (só prazeres!).

Não está fácil colocar as mãos em uma dessas garrafas. Em Tokaj e seus pouco mais de 50 km² de vinhas, as colheitas são sempre pequenas, de rendimento menor das uvas maduras, são limitadas mesmo. Além de nós, só alguns poucos e selecionados restaurantes contam com unidades deste vinho na carta.

 

Graduação alcoólica: 10,5%

História

Antigamente, Tokaji era uma das regiões mais valorizadas do mundo. “Rei dos vinhos, vinho dos reis” não é uma alcunha que conquistou à toa. Porém, a tradição se perdeu um pouco no tempo.

 

Em 1990, o britânico Hugh Johnson, um dos maiores e mais notáveis escritores de vinho de todos os tempos (o mesmo que escreveu o grande livro “A História do Vinho”), se empenhou em trazer de volta a fama internacional de Tokaji. Ele fundou a vinícola Real Tokaji, que já se tornou líder no processo de renascimento da vitivinicultura na Hungria.

 

Seus vinhos, que já alcançaram 30 países ao redor do globo, ganharam mais de 100 prêmios internacionais. Nas palavras de Jonhson, a ideia do vinho húngaro é "fazer anjos cantarem e louvarem".

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