Pinhal da Torre “Quinta de São João” 2008
Tejo DOC, Portugal
Pinhal da Torre “Quinta de São João” 2008
Conheça Quinta de São João, feito pelo melhor produtor de Tejo, louvado com 92 pontos Parker.
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92

rp

Produto indisponível
Sobre o produto
Teor
alcoólico
14,0%
Descanso
60 min.
Tempo
de barrica
15 meses
Temperatura
15°
Uva/Corte
Tinta Roriz
Touriga Franca
Touriga Nacional

A Pinhal da Torre é, sem dúvidas, a empresa mais bem sucedida da região do Tejo, antiga Ribatejo (desde 2009). Robert Parker, o crítico de vinhos mais louvado de todos os tempos, é um dos entusiastas dos rótulos desta vinícola, acredita que ela produz os melhores da região.

A Pinhal tem uma vinha em Alpiarça, onde cultiva videiras plantadas entre 1947 e 1960, chamada Quinta de São João. Destas vinhas velhas vêm este tinto homônimo, feito com Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz, amadurecido em carvalho francês por 15 meses.

O sabor é igualmente complexo, sedoso, bem equilibrado com taninos maduros, domados, acidez de menta, e fruta no fim de boca. Com 10 anos de idade se mostra maduro, ao mesmo tempo vivo, com boa acidez. Está no auge, mas possui capacidade de durar mais 5 anos.

Robert Parker ao dar 92 pontos ao vinho comenta que "não tem nada igual a isso no Tejo, equivale aos sérios tintos portugueses, cheio de fruta e nada óbvio". Recebeu também 18.5 pontos (de 20) pela Revista de Vinhos de Portugal, onde é celebrado como um vinho "da melhor vinícola do Tejo".

Gostamos de harmonizar com seleção de queijos duros com mel silvestre ou um bom corte alto de steak.

História

Localizada no coração do Tejo, a Pinhal da Torre possui uma adega construída nos anos de 1946, que é única pela sua construção e arquitetura.

Reconhecida como a capital do gótico, a região do Tejo, cuja grande cidade é Santarém, tem inúmeras ruínas que remontam ao século XI. Afirmam alguns historiadores que esta é a região onde Portugal surgiu durante a baixa Idade Média.

A zona do Tejo, poucos quilômetros longe do mar, tem algumas áreas abençoadas para viticultura e que conhece o renascimento desde os anos 2000. Neste período houve grande propagação da Touriga Nacional, Syrah e até mesmo Cabernet Sauvignon, o que deu um toque moderno aos vinhos locais, inclusive deliciosos e frescos brancos.

A Torre que está no nome do vinho é uma referência à Torre das Cabaças, a construção que restou da muralha medieval de Santarém, também conhecida como Torre do Relógio. Foi feita no reinado de D. Manuel I, entre 1495-1521.

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Curador(a)
Manuel Luz
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