Quinta do Crasto Douro Reserva Vinhas Velhas 2015
Douro, Portugal
Quinta do Crasto Douro Reserva Vinhas Velhas 2015
Vinho superior, de vinhas velhas, equivalente aos grands crus de Bordeaux. A safra 2015 foi incrível no Douro e este vinho recebeu 94 Pontos pelo Parker
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94

rp

de R$ 540,00
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Sobre o produto
Teor
alcoólico
14,5%
Descanso
90 min.
Tempo
de barrica
18 meses
Temperatura
15°
Uva/Corte
Touriga Franca
Touriga Nacional
Trincadeira

A Quinta do Crasto tem 40 hectares de vinhas velhas, entre 70 e 90 anos de idade. São 42 parcelas, sendo as mais emblemáticas e conhecidas a Vinha da Ponte e a Vinha Maria Teresa, onde podemos encontrar dezenas - isso mesmo - dezenas de uvas diferentes.

Plantadas no período entre as duas Grandes Guerras, as vinhas não foram catalogadas, e ninguém sabe ao certo que uvas são essas. Claro que, pelo formato das folhas e outros detalhes botânicos, sabe-se que existem ali Touriga Nacional, Trincadeira e Touriga Franca, entretanto, isso representa apenas 15% do total.

Fato é que essas vinhas produzem um dos melhores vinhos de Portugal, e com certeza entre os melhores da Europa. Dadas as restrições produtivas, a quantidade de garrafas de Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas varia significativamente de acordo com o humor de cada vindima. Este Vinhas Velhas passou por 18 meses em barricas de carvalho francês (85%) e norte-americano (15%).

O tinto impressiona. Violáceo, quase um azul naval. Os aromas abrem-se devagar (depois de duas horas num decanter). Primeiro ameixa fresca, menta, cacau torrado, depois pimenta do reino, baunilha tostada e um delicioso alcaçuz. O sabor é denso, texturizado, cheio de nuances frutadas com taninos finíssimos que lembram o chocolate 100% puro. Um grande vinho!

Robert Parker deu a esta safra 94 Pontos, e anotou que "tem textura superior e mais macia também, com acabamento longo. Acessível jovem, vai durar bem, 20 anos não devem ser um problema."

História

O crasto que a Quinta ostenta no nome é uma referência a um vinhedo murado datado do fim do Império Romano, cujas ruínas estão na propriedade do Roquettes. A Quinta é uma das da modernas vinícolas portuguesas, e uma verdadeira sensação do Douro.

Tomás Roquette, um dos proprietários da Quinta do Crasto, é um desses "boys", e podemos sentir o efeito dessa filosofia ao abrir uma garrafa dos seus vinhos.

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Curador(a)
Manuel Luz
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