Chianti Classico Riserva Il Margone 2007
Toscana, Itália
Chianti Classico Riserva Il Margone 2007
"Rústico, e terroso, este Chianti harmonizaria bem com uma bela polenta, e pode ter até um ragu de cogumelos para acompanhar."
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94

ws

Produto indisponível
Sobre o produto
Teor
alcoólico
13,0%
Descanso
120 min.
Temperatura
17°
Uva/Corte
Sangiovese

Chianti Classico é a melhor sub-região de Chianti, e este tesouro é fruto de um dos melhores solos, uma pequena propriedade considerada pela Wine and Spirits "Entre as 100 Melhores Vinícolas do Mundo."

"Rico, denso e cativante, cheia de ameixas e cerejas, taninos densos enredados na textura... entrando no ápice," disser a Wine Spectator ao lhe dar 94 merecidíssimos pontos. Muitos outros críticos importantes no mundo dos vinhos, como Jancis Robinson, a Decanter, a Wine & Spirits, entre outros, em algum momento aplaudiram este vinho.

Ele se destaca já no nariz, com aromas de ferro e sangue. Mas é à boca que surpreende: tudo começa com uma acidez gostosíssima na entrada, mas logo mostra que é leveza pura. Toques de especiarias e tabaco fazem cócegas na língua, dando lugar a taninos longos e aveludados.

Carvalho queimando em brasa, com sua fumaça e toques de terra. Algo até mineral, do carvão. Compartilham de tanta complexidade frutas secas, mas ainda suculentas e saborosas.

Sutilmente poderoso, este vinho. Foi sem dúvidas um dos maiores sucessos da vinícola. Hoje, restavam apenas 120 garrafas na vinícola e o Sonoma conseguiu as últimas! Ou seja, não está disponível em mais lugar nenhum no mundo. 

Graduação alcoólica: 13,5%

História

Entre colinas repletas de pinhas e vinhas, numa altitude de 450 metros acima do nível do mar, Il Molino di Grace é uma das vinícolas mais “altas” da região de Chianti Classico (que, por sua vez, já é a mais alta parte de Chianti, considerada hoje a melhor das denominações de Chianti).

 

O solo rochoso e o microclima único se provaram ideais para a Sangiovese, a única uva plantada. São dias longos e bem quentes, e noites que duram pouco, mas que balanceiam o calor com muito frescor e muitos vendavais.

 

O nome, “molino”, vem do moinho de vento que existe desde o século 19 na fazenda, que há mais de 350 é local para plantação de frutas. As uvas sempre estiveram lá, mas só em 1995 começaram a se tornar um vinho próprio (as vinhas, porém, são as mesmas antigas, o que é ótimo para a qualidade de um vinho).

 

O produtor, Franck Grace, acredita que esse moinho, e as brisas naturais que ele maneja, são o único essencial para uma boa vinificação. É por isso que, desde 1999, todos seus vinhos são orgânicos, e toda a produção é sustentável.

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Curador(a)
Alykhan Karim
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