Brandy de Damasco Pecsétes Barack Pálinka
Budapeste, Hungria
Brandy de Damasco Pecsétes Barack Pálinka
"Não sei quanto a você, mas gosto muito de damasco. Confesso que nunca tinha bebido um brandy de damasco, mas quer saber? Tenho uma nova paixão." Rafa dos Santos joga tênis e adora musicais, ainda mais se terminam em comida. Virou jornalista gastronômico na Europa e prometeu que aprenderá a fritar ovos.
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Sobre o produto
Teor
alcoólico
0,0%
Temperatura

Só de olhar a graduação alcoólica no rótulo, já pensamos que fosse descer “queimando”. Ledo engano... Este não é um brandy como estamos acostumados, longe disso.

Trata-se de um brandy aromatizado com damasco, muito tradicional na Hungria (e muito bem feito, por sinal!). E antes mesmo de servi-lo ou degustá-lo, já se nota como é perfumado.

O que começa com uma pontada cítrica e açucarada no nariz, se confirma à boca.

O álcool forma uma espécie de parede nas bochechas para receber toda sua maciez (é gordinho, encorpado!) envolta em damascos e frutas cristalzadas. É uma delícia!

Os paladares mais fortes vão adorar degustá-lo puro – esquenta a boca como poucos destilados conseguem, delicadamente e sem queimar -, mas também vai dar personalidade a drinques especiais.

Graduação alcoólica: 43%

História

Foi em 1790, quando o médico Jozsef Zwack criou um licor de ervas como remédio para o imperador da Hungria Joseph II, doente à época, que a destilaria Zwack foi fundada. O chefe de Estado gostou tanto da bebida que logo tornou-se popular entre a elite do país e ficou conhecida como a bebida nacional.

 

Não só é a mais tradicional de toda a Hungria, como também foi a primeira do país. Mais de 200 anos de história se passaram e, hoje, a destilaria está nas mãos da sexta geração da família.

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Curador(a)
Rafa dos Santos
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