Bodegas RE Syragnan 2013
Valle del Maule, Chile
Bodegas RE Syragnan 2013
"Syragnan é um daqueles vinhos que nos fazem a cabeça", diz Robert Parker.
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93

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Produto indisponível
Sobre o produto
Teor
alcoólico
14,0%
Descanso
60 min.
Tempo
de barrica
12 meses
Temperatura
15°
Uva/Corte
Carignan
Syrah

O 2013 Syragnan é feito com 90% Syrah - com mínimo de 50 anos de idade - e Carignan - com 80 anos!! Fermentado em ânforas, é um vinho de vanguarda, obra de um artista que é ousado e consciente, não quer só lançar mais uma novidade.

Os vinhos do Morandé no projeto Bodegas RE são inovadores, fazem escola e abrem um imenso caminho para novos e deliciosos vinhos fora do padrão. Ironicamente, talvez este seja o padrão dos vinhos do futuro próximo.

Na taça sua cor é escura, opaca, pois o vinho não é filtrado nem recebe nenhuma intervenção de limpeza. O nariz que lembra um Cru do Rhône, concentrado e um pouco selvagem, com notas de cassis, azeitonas pretas, pimenta, tabaco suave e violetas. Muito intenso, encorpado com taninos redondos e carnudos e muito boa acidez, "uma mistura poderosa", diz Robert Parker.

Para Parker, que deu 92 pontos, o "Syragnan é um daqueles vinhos que nos fazem a cabeça, para comentar com os amigos. Tudo lá é diferente, e os vinhos surpreendem."

Para harmonizar, penso em comidas com pegada de sabor como costelinha de cordeiro ou galinha de angola. Para o vegetarianos? Berinjela temperada com especiarias e molho de limão assada até ficar sequinha. Sirva com tostadas e um fio de mel. Divino!

93 Pontos - Guia Descorchados

92 Pontos - Robert Parker

História

A Bodegas RE foi criada por Pablo Morandé (ex-Viña Morandé e ex-Concha y Toro) no Valle de Casablanca em 2012 com alguns vinhedos em Casablanca e outros em Loncomilla, no Vale do Maule. Morandé, entre outros feitos, foi o grande gênio das vinhas em Casablanca. O pioneiro em plantar uvas numa área ignorada até 1990. Hoje é uma das mais louvadas para vinhos brancos e tintos leves.

Todas as vinhas de Maule são cultivadas a seco, sem irrigação, e foram plantadas nos anos 50. Os vinhos fermentam em antigas ânforas de terracota, grandes cubas de alvenaria, de 12.000 litros, em formato de pêra com uma camada externa de argila que nos faz lembrar de uma grande ânfora grega. Em determinadas safras usam também barricas de madeira. Mas "nenhum vinho é igual, seguimos a natureza, ou seja, um ano muito maduro não usamos madeira, num ano mais frio, corrigimos a rota com um pouco de carvalho francês", diz Pablo Morandé.

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Curador(a)
Manuel Luz
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