Quinta da Bacalhôa Branco 2016
Península de Setúbal, Portugal
Quinta da Bacalhôa Branco 2016
Frase do Curador: Um complexo vinho branco, de cepas bordaleses e português, o principal do grupo Bacalhôa.

90

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de R$ 280,00
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Sobre o produto
Teor
alcoólico
14,0%
Descanso
60 min.
Tempo
de barrica
4 meses
Temperatura
12°
Uva/Corte
Alvarinho
Sauvignon Blanc
Semillon

Este o ícone vinho branco da Bacalhôa, um blend de Semillon (50%), Sauvignon Blanc (25%) e Alvarinho (25%).

O projeto foi iniciado em 2000 com a idéia de produzir um vinho branco estilo bordalês, parecido aos grandes brancos da região de Graves (Pessac-Léognan).

Cada variedade foi vinificado separadamente, respeitando as únicas características de cada uva, antes da composição do blend final.

Recomendamos decantar este vinho por uma meia hora antes tomar, se possível, pois se mostrará fechado ao abrir mas irá agregando complexidade nos aromas e no paladar (ainda é muito jovem).

Perceberá aromas de toranja e pêra e maracujá, um leve floral, e sabores de pêra maduro, tomilho, frutas tropicais.

A Semillon oferece excelente corpo ao corte, pela barrica sentimos toques amanteigados, mas pela Alvarinho e Sauvignon Blanc a acidez está maravilhoso e o vinho harmonioso.

Excelente para lagosta com manteiga ou um chaparral do mar (para este prato recomendamos o excelente restaurante Taverna 474 em São Paulo)

90 Pontos + Escolha do Editor - Wine Enthusiast - O parceiro do tinto ícone desta propriedade, este vinho reúne as uvas brancas de Bordeaux Sauvignon Blanc e Sémillon. A adição de Alvarinho acrescenta sabor e vivacidade a este rico blend, envelhecido em madeira. Um vinho tropical, frutado e com sabor de pêra. Beba partir de 2018.

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História

A Quinta da Bacalhôa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa, no mesmo local do famoso palácio que leva o mesmo nome, em posse dos Albuquerques na pequena sub-região de Azeitão.

É nada mais nada menos que uma das vinícolas mais famosas e mais antigas de Portugal. Datada do início do século 16, já pertenceu ao monarca D. João I, ao duque de Viseu e ao rei D. Manuel I.

Este último foi quem batizou a “quinta”. Não se sabe bem o porquê, mas a esposa de Manuel foi apelidada de “bacalhôa” às margens do rio Sado.

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Curador(a)
Alykhan Karim
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