O vinho do dia seguinte

São poucas as coisas que podem arruinar sua noite mais do que uma dor de cabeça causada pelo vinho.

São poucas as coisas que podem arruinar sua noite mais do que uma dor de cabeça causada pelo vinho.

Quem já ultrapassou os limites e “provou” uma ressaca de vinho deve saber como um pequeno incômodo que começa na parte de trás do pescoço logo consegue invadir todo o corpo. E continua na manhã seguinte...

Nessa época do ano, seja na festa de final de ano da empresa, no natal ou no ano novo, muitos vão se preocupar com isso. A pergunta é: existe alguma maneira de evitar a ressaca sem abrir mão dessa bebida tão companheira?

A resposta, para alegria geral, é sim! É possível, sim, apreciar seus vinhos sem ir para a cama com a consciência pesada.

Mas como?

Alguns tipos de vinho são menos propensos a te deixar mal. Mais leves (e mais em conta), são o que chamamos de vinhos do dia a dia, daqueles que você pode beber sem culpa nos jantares durante a semana ou até para acompanhar o almoço.

Antes de tudo, vale uma dica: a maior causa da ressaca é a desidratação, então sempre que puder, intercale as taças de vinho com um copo de água, o que também vai agilizar sua filtração. O conselho das avós também é válido: nunca beba de barriga vazia.

Depois disso, algo óbvio a se pensar é a graduação alcoólica. A porcentagem está sempre ali, estampada no rótulo do vinho, e quanto menor for, menos “machuca”. A média é de 13% - qualquer vinho abaixo disso, branco ou tinto, é considerado “leve”.

O mais natural possível

Uma regra básica: quanto menos manipulado for o vinho, e quanto menos aditivos ele levar, melhor será para uma boa noite de sono. Isso quer dizer que os vinhos “suaves”, doces e com açúcar, são ótimos para te derrubar. Já os vinhos orgânicos, biodinâmicos e naturais, na contramão, são bons aliados.

Isso acontece porque alguns elementos químicos demoram mais para serem metabolizados no organismo, o que gera azias, mal-estar, tonturas e enxaquecas. É o caso do etanol, presente em qualquer bebida alcoólica fermentada. Em grande quantidade, exala no vinho um aroma muito forte de maçã verde azeda, considerado defeito (principalmente em tintos).

Vinhos que não abalam

Em geral, vinhos brancos pesam menos que os tintos. E espumantes, menos ainda. Nesse caminho, os vinhos são mais frutados, frescos e florais. São geralmente mais clarinhos e transparentes. Um bom exemplo são os vinhos feitos em tanques de inox em vez dos tradicionais barris de carvalho.

Vinhos com taninos mais presentes, aqueles que secam a boca e deixam uma sensação de adstringência, também são opções interessantes. Além de equilibrarem o álcool, nos fazem involuntariamente pedir por água. Algumas uvas conhecidas por seus taninos fortes são a famosa Cabernet Sauvignon, sua conterrânea francesa Mourvedre, a saudável Tannat e, claro, a espanholíssima Tempranillo.

Mas fique esperto: qualquer exagero tem más consequências. Não é porque um vinho é mais “leve” que ele pode ser bebido como se não houvesse amanhã. Afinal, um bom vinho não precisa de tantas taças para mostrar todo o seu caráter.

Se, mesmo sabendo de tudo isso, exagerou. "Detox" é palavra de ordem (e também a melhor solução!).



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