Champagne Venoge Blanc de Noirs Brut
Champagne, França
Champagne Venoge Blanc de Noirs Brut
Dizem que não se pode julgar um livro pela capa, assim como um vinho pelo rótulo. É verdade, mas às vezes, o produtor acredita tanto em seu produto que se empenha para deixá-lo perfeito, e isso envolve mais do que o líquido. Esta joia é assim, você começa a degustar só de ver a luxuosa lata se abrindo. Equipe Sonoma
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Sobre o produto

Num restaurante, a gente começa a comer pelos olhos, não é mesmo? Pois este Champagne tem muito a dizer pela aparência. Na etiqueta, o retrato do marquês de Mun em um jantar com sua esposa, Yvonne de Venoge, foi uma homenagem feita em 1988 e que persistiu. Hoje, está ranqueado como um dos 100 melhores Champagnes pela revista Fine Champagne (detalhe: até o ano passado, era o número quatro!).

Tão elegante quanto o cara do rótulo é cada gole. A rolha sai, e é o nariz que entra em ação – nem precisa chegar perto da taça para sentir o brioche assado com uma manteiguinha deliciosa. Cascas de laranja e damasco, limão-siciliano para quebrar a doçura, mas bem de leve. Tão gostoso e delicado, para beber litros sem sentir seu álcool ou qualquer incômodo.

Apesar de levinho, suave (talvez um dos mais que passaram por aqui), é persistente. Este Champagne marca a boca por completo, e por lá fica um tempão. Que acidez boa, perfeita para harmonizar, mas a verdade é que nem precisa - um Champagne para apreciador, e se basta por si só.

É difícil achar um “blanc de noirs” por aí (Champagne feito só de uvas tintas). Este é um deles, com Pinot Noir e Pinot Meunier. A maioria das lojas e sites buscam os Champagnes com Chardonnay ou rosés, mas no Sonoma, fazemos questão de olhar para fora da “caixinha”.

Graduação alcoólica: 12%

História

Só na Suíça a família Venoge consegue ser mais tradicional do que em Champagne. É que desde a década de 1410, os patriarcas formavam o conselho da cidade de Venogiz, região cruzada pelo rio Venoge.

 

Um deles era Jean-Jacques, cujo filho, Pierre, já nasceu em território fronteiriço. A partir daí, o clã foi se aproximando cada vez mais do país vizinho, até que o mais jovem da linhagem, Henri-Marc fundou a Casa Venoge de Champagnes.

 

Ele foi o retrato que deu vida ao primeiro rótulo da vinícola, e desde então gosta de colocar figuras ilustres por lá numa garrafa de pura apresentação, uma mais linda do que a outra. Sempre atingindo altas pontuações e boas críticas internacionais, estão entre os melhores Champagnes de acordo com críticos da região francesa.

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Curador(a)
Alykhan Karim
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